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O projeto, que contempla as cidades de Ponta Grossa, Carambeí e Castro, deve ser finalizado no 2º semestre de 2015

 

(Curitiba, agosto de 2015) A conclusão do projeto de ampliação da rede de distribuição de gás natural para atender os Campos Gerais é hoje uma das prioridades da Companhia Paranaense de Gás (Compagas). O investimento da companhia na região já soma mais de R$ 86,6 milhões. As obras, que ligam os municípios de Ponta Grossa, Carambeí e Castro, estão em ritmo acelerado, dos 78,6 km de extensão, restam apenas 1,7 km de trechos em rocha a serem finalizados no segundo semestre de 2015. O objetivo da Compagas é fornecer a infraestrutura de atendimento necessária às indústrias da região e atrair novos investidores. "Em pouco tempo, outros municípios dos Campos Gerais poderão contar com um combustível menos poluente, mais econômico e que vai trazer mais competitividade à indústria local. Além disso, a chegada do gás natural pode levar novas indústrias para esses municípios”, afirma o diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone.

 

A ampliação da malha de distribuição de gás natural nos Campos Gerais vai atender a demanda industrial, que na região conta com indústrias como Evonik e Cargill. O investimento final da obra ficará em R$ 86,4 milhões. Atendendo atualmente a 14 cidades do Paraná, a meta da Compagas é que, até 2020, mais de 20 municípios paranaenses sejam atendidos pela rede de gás natural. “A prioridade da companhia é fazer com que o gás chegue ao maior número possível de municípios no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento e crescimento de mais cidades”, ressalta o diretor-presidente, Fernando Ghignone.

Projeto residencial - A Compagas também vai iniciar um projeto de implantação da rede de distribuição residencial em Ponta Grossa. Ao longo de 2015, serão mais de R$ 2 milhões em investimentos e o investimento total nessa expansão será de aproximadamente R$ 5 milhões para a construção de 6 km de rede, até 2018. Dessa forma, Ponta Grossa se consolida como a primeira cidade do Estado do Paraná a ter abastecimento residencial urbano de gás natural, depois de Curitiba. O Edifício Monet, na Vila Estrela, recebe o gás natural desde 2012, e a iniciativa incentivou a companhia a dar continuidade ao projeto de levar o combustível às demais residências de Ponta Grossa.

Entre as vantagens apresentadas pelo gás natural para o consumidor residencial estão o fornecimento contínuo, que elimina a preocupação do consumidor com estoque de combustível e por ser canalizado não é preciso destinar um local do edifício para armazenar botijões de gás, o que otimiza as áreas comuns dos empreendimentos, além disso, por apresentar densidade específica menor que a do ar, em casos de vazamento, a dispersão do gás natural na atmosfera é mais rápida, reduzindo os riscos de acidentes.