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Abastecimento contínuo, inexistência dos botijões e preço são algumas das vantagens do combustível canalizado

 

(Curitiba, junho de 2016) O mercado de cervejas artesanais está em alta no Brasil e no Paraná o cenário não é diferente, já que a capital paranaense é hoje um dos principais polos cervejeiros do país. Para apresentar as vantagens do uso do gás natural em cervejarias, a Compagas esteve, entre os dias 9 e 12 de junho, no 1º Festival Paranaense de Cervejas Artesanais, organizado pela Associação das Microcervejarias do Paraná (Procerva).

 

Em busca de competitividade e economia, cada vez mais cervejarias paranaenses escolhem o gás natural para seus processos de produção, é o caso da Gauden Bier, onde o gás natural já é utilizado há cinco anos. O proprietário da cervejaria, Ronaldo Flor, destaca o abastecimento contínuo e a inexistencia dos botijões como algumas das vantagens do gás natural, além do preço reduzido. “Trocamos o GLP (gás liquefeito de petróleo) pelo gás natural e desde então não temos mais problemas com reabastecimento, outro ponto é que no inverno os botijões chegavam a congelar. Com o abastecimento continuo da Compagas nossa produtividade também aumentou, pois houve melhora no rendimento dos equipamentos”.  Na Gauden Bier, o gás natural é utilizado no processo produtivo para aquecimento das caldeiras e na pasteurização dos equipamentos utilizados para engarrafar as cervejas.

Outra cervejaria paranaense que deve inciar o uso do gás natural da Compagas ainda esse ano é a Klein. De acordo com o diretor geral da cervejaria, Henrique Presser, a Klein lançará em breve uma nova unidade da fábrica, que deve contar também com um restaurante e espaço para degustação. O gás natural será utilizado tanto no processo produtivo da fábrica, quanto na cozinha para produção dos alimentos. Presser reforça que a segurança oferecida pelo gás natural foi também um atributo levado em conta na hora de optar pelo combustível. “Em casos de vazamento, a dispersão do gás natural na atmosfera é mais rápida, reduzindo drasticamente os riscos de acidentes”.