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Sem alterar o sabor dos produtos, os fornos a gás natural ainda apresentam maior eficiência térmica e segurança aos estabelecimentos

 

(Curitiba, outubro de 2016) O pão francês é um dos pães mais consumidos do mundo e o carro-chefe de muitas padarias no Brasil, que também produzem panetones, sonhos e, em Curitiba, os chineques. A panificação é um dos setores que mais cresce no país e, de olho no aumento da concorrência, os empresários curitibanos estão optando por fornos a gás natural. Trocar os tradicionais fornos a lenha ou elétrico pelos fornos com o combustível fornecido pela Companhia Paranaense de Gás (Compagas), além de economia, gera segurança e mais praticidade aos estabelecimentos.

 

O proprietário da padaria Pote de Mel, Carlos Lazzaris, afirma que desde que o estabelecimento trocou os fornos movidos a GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) e energia elétrica pelo gás natural, há cerca de um ano, os custos com energia baixaram em torno de 20%. “Além da economia, o uso do gás natural trouxe praticidade para o dia a dia da padaria. Sem a necessidade de manusear botijões de gás e nem a preocupação com o abastecimento, já que o fornecimento de gás natural é contínuo, a produção não precisa parar”, afirma o proprietário, destacando ainda o aumento da segurança com o uso do combustível.

Na Panetteria Di Qualita, o gás natural também começou a ser usado há um ano. O proprietário Sidnei Trevizan conta que o estabelecimento já deixou de usar os fornos que consumiam GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) e energia elétrica e é só uma questão de tempo até os fornos a lenha também serem substituídos pelo gás natural. Além da sujeira gerada pela lenha, Trevizan afirma que com o uso do gás natural a qualidade dos produtos aumentou. “Devido à eficiência térmica do gás natural e as características desse tipo de forno, conseguimos produzir mais e com uma qualidade mais precisa”.  

O engenheiro da Compagas Alexandre Gonçalves explica por que os fornos a gás natural geram economia para os estabelecimentos. Segundo ele, para que o forno a lenha aqueça, é preciso que ela queime antes do início da produção e isso leva algum tempo, porque a velocidade é dependente da condição de umidade da lenha. Já no forno a gás natural, é possível ajustar a potência do queimador por meio de um controlador de temperatura, que liga e desliga automaticamente o queimador quando necessário, gastando menos combustível. “Outra característica da lenha é que ela ocupa muito espaço dentro do forno, enquanto o queimador a gás é pequeno, não fica na área de cocção e possibilita a sobra de mais espaço para que sejam assados mais alimentos ao mesmo tempo”.

Outras vantagens descritas pelo engenheiro da Compagas a respeito do uso do gás natural para o consumidor comercial, em relação à lenha e ao gás de botijão, são o fornecimento contínuo e o abastecimento canalizado, que eliminam a preocupação com estoque e descartam a necessidade de destinar um local para armazenar lenha ou botijões de gás. Além disso, por apresentar densidade específica menor que a do ar, em caso de vazamento, a dispersão do gás natural na atmosfera é mais rápida, reduzindo os riscos de acidentes.

O gerente do segmento comercial da Compagas, Justino Pinho, acrescenta ainda outras vantagens do gás natural não só para as padarias, mas para estabelecimentos comerciais em geral, como a redução dos custos operacionais com manutenção de equipamentos, uma vez que o combustível não deixa resíduos, e o benefício ambiental, pois a queima do insumo possui baixa emissão de poluentes.  “As possibilidades para utilização do gás natural em estabelecimentos comerciais são inúmeras. Além de poder ser utilizado com eficiência para a cocção de alimentos, o combustível pode ser aplicado ainda em equipamentos, como lavadoras e secadoras, para aquecimento de piscinas e em sistemas de climatização”, afirma o gerente da Compagas.