sobre_cpg_1.png

Notícias

Empresas de São José dos Pinhais e Campina Grande do Sul fecharam contrato com a Compagas para uso do combustível

 

Mais duas indústrias do Paraná fecharam contrato com a Compagas. Instaladas na Região Metropolitana de Curitiba, as fábricas serão abastecidas pela rede de distribuição da companhia e a previsão é que o fornecimento se dê a partir do segundo semestre do ano.

Dois condomínios, um no bairro Alto da XV e outro no Portão, fecharam contratos com a Compagas

 

Mais 58 apartamentos curitibanos contarão com as diversas vantagens oferecidas pelo gás natural. Na última semana, dois condomínios, o Érico Veríssimo e o Rio da Prata, fecharam contrato com a Compagas para uso do gás natural nos fogões e aquecedores de todos os apartamentos dos empreendimentos.

No total, serão 47 apartamentos que utilizarão o combustível para cocção e aquecimento

 

Mais 47 apartamentos de Curitiba utilizarão o gás natural fornecido pela Compagas. O Edifício France, localizado no bairro Bigorrilho terá medição coletiva e o gás natural será usado pelos condôminos apenas nos fogões. No Batel, no condomínio Cristal de Galle, o gás canalizado estará presente nos aquecedores e fogões e a medição será individual. Os dois condomínios migraram para o gás natural e contarão com as vantagens que o gás natural oferece.

Falta de ventilação e má instalação de aparelhos são as principais causas de acidentes com monóxido de carbono

 

(Curitiba, junho de 2015) Com a queda de temperaturas, a tendência é manter as janelas de casa fechadas, especialmente na hora do banho. Quem tem aparelhos a gás em casa, deve tomar cuidado para que o conforto não se transforme em risco, já que esse é o cenário propício para o surgimento de um gás tóxico: o monóxido de carbono. Este gás é de difícil percepção, pois não tem cor e nem cheiro, e a sua inalação pode ser fatal.

Abastecer com GNV custa 51% a menos e garante desconto no IPVA

 

(Curitiba, maio de 2015) Nas últimas semanas, o valor do litro da gasolina subiu, em média, R$ 0,40 em Curitiba. Alguns postos chegam a cobrar R$ 3,39 o litro da gasolina comum, contra R$ 2,99 na semana interior. Segundo Sindicombustíveis-PR, que representa o setor no estado, a variação de preços é considerada estável, uma situação “natural de mercado”, informou o órgão, por meio da assessoria de imprensa.  Em fevereiro, o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis já havia impactado em 12% no preço médio do litro da gasolina em Curitiba, que subiu R$ 0,35. Já o etanol, apesar de não ter sofrido com a mudança tributária, também ficou em média R$ 0,22 mais caro na ocasião, de acordo com dados da pesquisa semanal de preços da Agência Nacional do Petróleo - ANP.

Com o novo reajuste, o gás natural veicular (GNV) se consolida como uma opção ainda mais vantajosa para os motoristas, já que o preço do etanol também tem aumentado. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço do m³ de GNV varia entre R$ 2,28 e R$ 2,30. Com o rendimento previsto (13 quilômetros por metro cúbico de gás natural e 10 quilômetros por litro de gasolina), para rodar cem quilômetros com o GNV o motorista gasta cerca de R$ 17,53, enquanto que para a gasolina o custo é de aproximadamente R$ 33,9. A economia é de mais de 50%.

Compartilhar