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Oferece uma relação de custo/benefício atraente;
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Possui uma combustão completa e “limpa”, não produzindo cinzas, nem emitindo agentes poluentes na natureza;
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Não deteriora os refratários dos fornos, não derrete ou entope os maçaricos dos fornos;
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Tem uma composição química mais constante, o que possibilita melhor regulagem da chama, nos fornos abertos;
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A distribuição do calor é melhor e a temperatura é mais constante, o que elimina as variações nos processos de industrialização;
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Não exige tratamento dos gases de combustão;
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Rápida dispersão, em caso de vazamentos;
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Aumenta a vida útil dos equipamentos que o utilizam;
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Diminui os custos com a manutenção desses equipamentos;
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Reduz o tempo de parada das máquinas para manutenção (o que garante continuidade da produção);
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Não está sujeito a quedas de energia (que podem causar danos aos equipamentos, como acontece com a eletricidade);
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Não precisa ser estocado, diminuindo os custos com armazenamento;
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Permite o reaproveitamento das áreas que, antes, eram utilizadas para estocagem de combustível;
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Oferece menos riscos de combustão (reduzindo, assim, os custos com seguro);
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Evita despesas com frete rodoviário, pois seu transporte é feito através de um sistema subterrâneo;
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Reduz o movimento de caminhões nas fábricas;
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Só é pago após a utilização;
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Não precisa ser aquecido;
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Possui alto rendimento térmico;
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Possibilita a cogeração, que é a geração simultânea de energia térmica e elétrica, aproveitando o calor gerado pela queima do combustível, para produzir energia elétrica.